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Monday Night RAW - HOJE EM DIRECTO - 02:00h [PT] - 00:00h [BR]
Não percas, aqui no Universo Wrestling!



Olá a todos, sejam bem-vindos a mais um “As Escolhas de Jericó”, hoje apresento aqueles que foram para mim os cinco maiores momentos do Royal Rumble, um PPV que já conta com 22 edições.

Recordo que a imagem de marca deste PPV, é o “Royal Rumble Match”, um tipo de “Over the Top Rope Battle-Royal” de 30 homens, cujo vencedor recebe a oportunidade de lutar por um Titulo Mundial à sua escolha na Wrestlemania.
Basicamente, o “Road to Wrestlemania” começa aqui, sendo várias as rivalidades a começarem neste PPV.
Recordo que o ano passado, só para exemplificar, Shawn Michaels e Undertaker estiveram cara a cara num segmento no “backstage” e acabaram por se enfrentar no maior evento do ano, e Matt Hardy traiu o seu irmão Jeff, tendo as mesmas consequências.
Recordo que a primeira edição, em 1988, foi a única em que o Royal Rumble Match não teve 30 wrestlers, mas neste caso, apenas 20.
Desde 1993 que todos os vencedores desse combate têm a oportunidade de lutar por um título mundial na Wrestlemania, e a maioria deles acaba mesmo por conquistá-lo!
Este PPV sempre abrangeu todas as “brands” da WWE, desde a altura em que ainda não existia Raw, até ao aparecimento da Smackdown e ECW.

Vamos então àqueles que para mim são os cinco momentos mais marcantes deste PPV, que por acaso, pertencem todos ao combate que dá o nome ao evento!


5º Lugar – Mick Foley participa no Royal Rumble com as suas três “personas” (1998)

Como todos sabem, Mick Foley na WWF/E teve três gimmicks: Cactus Jack, Mankind e Dude Love. Em 1998, participou no Royal Rumble Match com todas elas.
Cactus Jack e Chainsaw Charlie (aka Terry Funk) abriram o combate até, tendo esta face de Foley sido eliminado por Charlie quando estávamos prestes a chegar aos dez minutos de combate. Durante o tempo que esteve em ringue, eliminou Tom Brandi com a ajuda de Funk.
Depois, entrou novamente com o número 10, encarnando Mankind, esteve quase três minutos no ringue, eliminou Chainsaw Charlie e acabou eliminado por Goldust.
Mais tarde, entrou como número 28, com a “gimmick” Dude Love, não eliminou ninguém mas fez parte dos últimos quatro em ringue, acabando eliminado por Farooq.
Recordo que o vencedor deste Royal Rumble foi Steve Austin, ao eliminar The Rock por último.




4º Lugar – Kane elimina 11! (2001)

Ao longo de todos estes anos de WWF/E, Kane nunca foi um Main-Eventer nato, mas foi sempre uma figura poderosa a ter em conta no upper mid-card, tem a credibilidade de carregar um Titulo Mundial, mas se passar um ano inteiro sem sair do mid-card também ninguém protesta. Sendo assim, e já sendo um veterano, não é de estranhar que seja actualmente o homem com mais presenças no Royal Rumble (13) e aquele com mais presenças consecutivas (11), e quando participa, geralmente faz mossa!
Em 2001, tivemos um exemplo bastante prático, Kane bateu o recorde de eliminações feitas por uma só pessoa num único Royal Rumble, foram onze ao todo, e por esta ordem: Grand Master Sexy, Steve Blackman, Al Snow, Raven, Perry Saturn, The Honky Tonk Man, Tazz, Crash Holly, Albert, Scotty 2 Hotty (com a ajuda de Undertaker) e The Rock.
Acabou por ser o último eliminado do combate, pelo grande vencedor,”Stone Cold” Steve Austin!




3º Lugar – Shawn Michaels vence Royal Rumble mesmo entrando com o número um (1995)


Esta foi a 8ª edição do Royal Rumble, e até então, a teoria de que quanto mais cedo se entrar no combate, menos probabilidades há de se sair de lá como vencedor tinham-se sentido na prática. Desde que o combate se disputada com 30 homens, à excepção do caso de Ric Flair em 1992 (já lá vamos), o número mais baixo com que alguém entrou venceu o Rumble tinha sido o 23, e mesmo assim, foi Lex Luger em 1994, e não foi propriamente um vencedor, mas sim um co-vencedor, já que repartiu a vitória com Bret Hart.
Em 1995, Shawn Michaels entrou com o número um e acabou por vencer o Rumble, eliminando por último o British Bulldog, com o qual, curiosamente, tinha aberto o combate. Michaels esteve quase 39 minutos no ringue, e eliminou oito wrestlers.
Em 2004, Chris Benoit imitou a proeza, entrando também com o improvável número um, e saindo de lá com a vitória.




2º Lugar – Ric Flair vence único Royal Rumble com o Titulo da WWF/E em jogo (1992)

No final de 1991, Ric Flair chegou à WWF e desafiou imediatamente Hulk Hogan, Campeão Mundial da federação, mas este andava envolvido com Undertaker, que lhe conquistou o cinto no Survivor Series, no entanto, o “Hulkster” deu a volta à situação e voltou a ter o ouro à cintura no “This Tuesday in Texas”, mas ambos os combates tiveram finais controversos, já que o “Nature Boy” interferiu, por isso, o presidente da WWF, Jack Tunney, na edição de 7 de Dezembro do programa WWF Superstars of Wrestling declarou o título vago.
Sendo assim, o cinto foi contestado no Royal Rumble Match de 1992, com a vitória a sorrir a Ric Flair, que entrou com o número três, esteve quase uma hora no ringue e eliminou quatro wrestlers, incluído Sid Justice, que acabou por ser o último a sair pela corda superior.
Este foi o único Royal Rumble Match com o Titulo da WWF em jogo e a primeira vez que o “Nature Boy” conquistou o ouro nesta companhia.
Woooooooooo!




1º Lugar – Rey Mysterio vence Royal Rumble em tributo a Eddie Guerrero (2006)


A 13 de Novembro de 2005, Eddie Guerrero foi encontrado morto no hotel em que se encontrava.
A partir daí, alguns wrestlers com relações pessoais com ele, foram prestando-lhe tributos cada vez que apareciam, ora executando alguns “moves” seus, ora dançando, ora batendo no peito como o “Latino Heat” fazia, e até fazerem a sua entrada num “lowrider”.
O que mais se destacou nos tributos foi Rey Mysterio, e aproveitando o facto de entrar em número dois no Royal Rumble Match, fez a sua entrada num “lowrider”, sempre dançando e imitando os gestos que Eddie nos habituou a ver.
Obviamente que tendo o tamanho que tem e entrando tão cedo no combate, ninguém o apontaria como candidato à vitória, mas a verdade é que lá foi permanecendo no ringue, geralmente no chão, junto aos cantos, enquanto os outros wrestlers foram eliminados.
No final, restavam apenas três homens, Mysterio, Triple H e Randy Orton. O mexicano conseguiu eliminar o “The Game”, e este, “heel” na altura, bastante frustrado, atacou o “high-flyer”, deixando-o à mercê de Orton, que já pensava ter o combate ganho, e por isso, ia-se exibindo com algumas “taunts” e demorando algum tempo até resolver definitivamente o assunto. A verdade é que demorou tempo demais, e acabou eliminado por Mysterio, que se tinha sagrado assim vencedor do combate.
O homem do “619” esteve mais de uma hora no ringue, eliminando seis wrestlers e sagrando-se o segundo homem a vencer o Rumble entrando com o número dois (o primeiro tinha sido Vince McMahon).
Esta vitória foi um tributo a Eddie Guerrero, no entanto, a história da Cinderella não ficaria por aqui…




Escolha musical:




Espero que tenham gostado, conto com o vosso comentário…


Outros "Top 5" de momentos mais marcantes de PPV's:

- New Year's Revolution
- The Great American Bash
- Vengeance/Night of Champions
- SummerSlam
- Unforgiven
- No Mercy
- Taboo Tuesday/Cyber Sunday
- Survivor Series
- Armageddon


Este artigo é partilhado com o Portal da Luta Livre (http://www.portaldalutalivre.com/)
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Esta edição de, NA MESA TEMOS WRESTLING! é patrocinada por "Hulk Hogan's Pastamania".

Noticias da Semana

Chris Jericho e Shane Helms presos!

Antes demais, peço desculpa de chamar-lhe Shane, mas foi assim que ele apareceu no Wrestling, e foi assim que me habituei a chamá-lo.

A história conta que estavam estes dois num táxi com mais indivuos, pelo menos 3. Começaram a brincar, após estarem já embriagados, e o que começou como brincadeira tornou-se numa troca de murros que ainda atingiu a mulher que estava no carro.

Consta ainda que um terceiro lutador, segundo rumores, Matt Hardy, estava no local mas fugiu de lá mais depressa do que o vento.

Só de imaginar as pernas arqueadas do Matt Hardy a correr, já é cómico o suficiente. E percebe-se. Com a situação do irmão, principalmente depois de aparecer na TNA, o Matt é sem duvida o wrestler, que mais quer fugir de uma má posição com a WWE.

Os salvadores da pátria, foram sem duvida nenhuma CM Punk e Christian que acabaram por pagar a fiança.

Abaixo, segue o video, do Randy Orton, a falar sobre a situação. Irónicamente, o mesmo Randy Orton, que destroi quartos de hotel, que consome drogas, e que se viu envolto de uma polémica situação nas ultimas semanas, afirma, que além de não saber da situação, os wrestlers não se metem em problemas. Boa, uma das caras da companhia, a dizer aos media, que os wrestlers podem fazer o que quiserem que a WWE não os castiga!











Por falar neste incidente, isto leva-me a 2002, e a uma situação que escrevi no meu blog (ao qual continuo a pedir almas caridosas, que queiram ajudar com o template.)

Tal como escrevi no meu blog:

Plane Ride From Hell!

E perguntam vocês. O que raio é isso?

É nada mais nada menos do que um dos incidentes mais badalados da WWE, e pior, na vida real. E vou ter algumas dessas historias a partilhar aqui.

Consta, segundo a lenda, que em meados de 2002, a WWE havia realisado um show em Londres, chamado Insurrexion.

Consta também, que o Scott Hall, devido á bubadeira, adormeceu na backstage desse show.

Na viagem de regresso, tudo começa com o Curt Hennig a "brincar" com o Brock Lesnar, sobre quem era melhor em luta livre amadora, o equivalente, á Greco-Romana. Ora a brincadeira descontrola-se e os 2 vão contra uma das portas de segurança do avião. Diz quem viu, que a porta rachou, ou partiu, e que por sorte não morreram ali. Foram separados pelo Triple H.

A viagem não acalmou por aqui, visto que noutro compartimento, tinhamos um bebedissimo Goldust, Dustin Rhodes, a cantar musicas de amor á sua ex-mulher Terry Runnels, que já era casada com outro individuo, e se sentiu incomodada. Por isso mesmo, Jim Ross, então presidente de talentos da WWE, se viu forçado a avisar o Dustin com um "ou te portas bem, ou falamos melhor amanhã".

Quem não estava nada satisfeito era Ric Flair, que se sentia, sozinho e sem companhia. Vestido no avião somente com o seu robe, resolve agarrar na mão da hospedeira, e tentar forçar a mesma, a ter relações com ele. Claro que isto terminou num grande e badalado processo judicial.

Dormia descansado Michael Hayes, ex-wrestler, e road agent da WWE, quando acorda sem o seu rabo de cavalo. Quem o cortou? Sean Waltman. Tudo isto porque o Michael Hayes teve uns descatos no avião, com o Bradshaw (aka JBL), e incentivou alguns lutadores a fazerem-lhe uma partidinha.

Entretanto, um já despedido, Scott Hall, apenas a apanhar boleia de regresso pra casa, cai no chão intoxicado. Passou o resto da viagem tão vivo, que tinham de verificar o pulso dele, de 5 em 5 minutos.

A pergunta que deixei no meu blog, é a pergunta que coloco ainda hoje. Como raio, ninguém morreu naquele avião, ainda é um mistério.

Royal Rumble 2010

Confesso que não tenho seguido tanto da WWE, como seguia antes, tenho seguido mais outros produtos. O Que a WWE oferece, tem caido muito de qualidade. Tal como já referi, não consigo olhar para uma equipe que oferecia um conteudo rebelde e maturo na televisão como os DX, e ve-los tornados numa equipe de retardados, onde todas as semanas fazem publicidade a t-shirts e a merchandise da WWE, ou a anões que foram perseguidos pela mesma equipa, acabam por se juntar a elas, entre tantas outras coisas que teem levado a WWE a perder-me cada vez mais.

Contudo, apesar de todas as más politicas da WWE, apenas os 4 grandes pay per views, me prendem ao produto. O Rumble é um deles. É o inicio do percurso para o Wrestlemania. E mesmo numa época em que sabemos tudo de wrestling, e o que se vai passar, e acontecer, acaba por ser o combate que mais nos surpreende.

Quem vejo ganhar o Royal Rumble? Este ano é complicado escolher um nome. Mas imagino os ultimos 4 wrestlers no ringue, a serem Triple H, Shawn Michaels,Big Show e John Cena. Consigo ver o Triple H eleminar o Shawn, e isso causar uma feud entre os 2, de forma a lutarem no Wrestlemania. Consigo ver o Edge distrair o Jericho, e o Jericho ser eleminado. Consigo ver o HHH vencer o Royal Rumble, e escolher ele lutar contra o Taker, levando o combate do ano passado, Taker vs Shawn Michaels, a este ano, ser um thriple threat match. Vou estar certo ou errado? Não sei, e é isso que faz o Royal Rumble ser um combate tão espectacular. É dos mais imprevisiveis nos tempos que correm.

Outra possibilidade é os final 4, serem Cody Rhodes, Ted Dibiase, HHH e Shawn Michaels. HHH elimina o Shawn como eu previ acima, mas o vencedor acaba por ser o Ted Dibiase, isto, a dar-se uma vitoria do Orton, sobre o Sheamus.

TNA - HULKAMANIA IS RUNNING WILD

Os meus parabéns á companhia de Orlando, que esta semana alcançaram outro recorde. Tiveram uma audiencia de 1.4, numa quinta feira. Tudo está a seguir no bom caminho.

Para os criticos ás contratações da TNA e despedimentos que já existiram no passado. Por mais talentoso que Petey Williams seja, não consegue ter carisma suficiente para dar ratings á companhia, quando um Scott Hall, gordo, e sem lutar, só pelo seu nome, aumenta ligeiramente as ratings. Quanto a ser um original. Querem mais original do que fazer parte da TNA desde o seu primeiro show?

Aproveito então para fazer uma breve análise ás contratações da TNA, e quem deve ficar, e quem tem de ir embora.

Mr Anderson: A melhor até agora. Anderson no micro, é algo bom de ouvir e ver. Arrisco-me a dizer que pode ser o futuro Rock da TNA. A diferença é que o Anderson não tinha muitos amigos na WWE, que viam a posição deles em risco, e como tal, foi "sabotado" e corrido de lá, porque carismático, ele é.

Nasty Boys: Os Nastys são tão bons agora, como o foram há 15 anos na WCW, e como foram há quase 20, na WWE. Ou seja, foram sempre péssimos no ringue, contudo, são boas aquisições para uma feud de curto tempo com a team 3d, e despedirem-se como deve ser dos ringues. Quer critiquem quer não, são conhecidos do publico em geral, e dos fãs da velha guarda. Não os quero na minha tv, mas também não os quero despedidos. Saggs e Knobbs seriam muito bons para o papel de road agents na backstage da TNA.

Orlando Jordan: Não é o lutador que mais me agrada, mas também não é velho, nem tão mau assim no ringue. Acho que a sua popularidade aumentou razoavelmente após sair da WWE, e ter tido a feud que teve no regresso aos ringues do Warrior em Espanha com a NWE, onde usaram o ringue da APW. A mandar embora, seria a minha escolha. Está a mais. Mas depende de como a TNA o usar. Também não gostava do Matt Morgan, e o mesmo, foi-me conquistando na TNA.

Jeff Hardy e Shannon Moore: Não acredito que tenham assinado, e a terem, estão a guardar-se para mais uma ou outra surprise. A terem assinado, o Jeff será a par do Anderson a melhor contratação, devido ao seu reconhecimento pelo publico, e carinho que este lhe tem. Já o Shannon, é excelente para a Cruiserweight division, que precisa de um novo animo.

Brian Kendrick: Outra boa contratação. Outro bom high flyer, que andava semi perdido na WWE. Basta ver que sofreu de dois sindromes que a WWE oferece aos seus lutadores de forma generica. A tipica separação de uma tag team de sucesso, e o ser emparelhado com um gorila de quase 2 metros. É a formula Shawn Michaels. The Rockers Split, e guarda costas Diesel.

Young Bucks: Ainda me custa engulir o novo nome, Generation Me, e ainda mais o facto que na TNA, não são irmãos, mas estes dois vão dar muitas cartas na divisão tag team da TNA.

Rob Terry: Não é uma nova contratação, mas sem duvida, é a unica "gordura" que admito que tenha de sair. O homem ainda é pior que o Batista, o que não é facil de conseguir.

Scott Hall e Sean Waltman: Quero que fiquem a curto prazo. Podem ajudar nas ratings, e o Hall é uma boa mente para o business embora no ringue já não tenha muito a ofrecer com o estado em que se encontra. Já o Waltman, ainda temo muito a dar, e de novo, pode ajudar a x-division.

Val Venis: Gotta to go. Até é bom para o midcard da TNA ter um tipo experiente, mas isso já existe, no Rhyno, Raven etc. O Venis é bom, por um curto tempo, mas é sem duvida mais um que tem de ir embora daqui a uns meses. De novo, colocaria-o no backstage como road agent. É ai que a TNA precisa de gente em condições para ajudar os new guys.

Ask Ravel

Por HAWK:

Qual a tua opinião sobre a inclusão do Stu Hart no HOF?

- Agrada-me. O Stu pode não ter tido uma carreira na WWE do Vince, mas fez várias aparições. E mais do que isso, basta ver os talentos que ele já ofreceu á WWE. De certa forma, Mark Henry e Test, são responsabilidade dele. Treinou pessoalmente lutadores como Lance Storm, Chris Jericho, Chris Benoit etc. Os filhos dele, e os genros também : Bret Hart, Jim Neidhart, Bruce Hart, Keith Hart, Davey Boy Smith, e Owen Hart. E hoje em dia, tens o legado dele na WWE, os netos, Harry Smith, e Nattie Neidhart, e o namorado da Nattie, que conviveu desde muito cedo com a familia Hart, TJ Wilson aka Tyson Kidd. Tens ainda o neto Teddy Hart que ja passou pelos territorios de desenvolvimento da WWE, e ainda Jack Evans também treinado pela familia Hart.

Por todos os talentos que o Stu já deu á WWE, é uma optima forma de prestar tributo a uma lenda, e ainda, manter o Bret contente na WWE.

Por Dave "Jericho" Pereira

- Achas que o AJ Styles sendo o campeão mundial a face e até estar a fazer um bom trabalho precisava deste heel turn?

Seria sem duvida mais benéfico o AJ como face. Já foi mais que provado que o AJ como heel, não é prático. Mas chocou mais a turn dele, do que chocaria do Angle. Contudo, segundo tenho lido a ideia é usar o AJ para uma feud Flair vs Sting. Então a escolha do AJ é optima, pois já teve os 2 como mentores. Não é bom, mas também não é mau.

- Não seria mais benéfico Flair como manager de Desmond Wolfe

Sim! Adorava ver o Flair com o Desmond. Aliás, neste momento na TNA, adorava ver uma stable tipo four horseman, ao invés de uma stable de 2 ou 3 meses que depois se separa. Desmond Wolfe ou Eric Young na liderança, Matt Morgan como enforcer, e Beer Money inc como tag team do grupo. O Wolfe tem muito mais a ver com a personalidade do Flair do que o AJ, mas o Wolfe ainda tem que crescer na TNA, lembra-te que até há 5 meses atrás, ele andava nas indys, e pouca gente o conhecia, a menos que tivesse internet, mesmo quem a tem, nem toda a gente se preocupa com os lutadores e federações independentes.

- Que opinião tens sobre a gimmick de Undertaker? Eu acho inadequado à actual era...

Inadequado até é. Mas por isso mesmo é que a personagem tem sido re-inventada ao longo dos anos. Se fores a ver o Taker está muito diferente de quando começou na WWE. Lá para 95-96, usava uma mascara no rosto, ao estilo de fantasma da opera. E em 98 estava mais parecido com Lucifer, do que com um Cangalheiro. E lá pra 2000, já andava novamente diferente, com uma personagem de motoqueiro, e em 2002, com o cabelo cortado, mais diferente ficou. A gimmick que eu traria de volta do Taker, seria exactamente a que usou em 98. Lord of Darkness.

- Achas que nesta altura se a WWE unisse as suas brands teria benefícios?

Muitos mesmo. Olha para os efeitos do roster split. O que sucedia antigamente, era basicamente tinhas 2 ou 3 programas. Um de resumos, um para o undercard (O sunday night Heat), e depois tinhas o Raw á segunda, e o Smackdown á quinta. O que se passava no RAW continuava no Smackdown, e vice versa. O roster era um só. Não havia palhaçadas de GM's. Tinhas um "comissioner" que fazia o mesmo trabalho, para todo o roster.

O positivo, é que apesar de ser só um roster, podias ter combates mais diversificados. O que é bom para o publico.

Ao mesmo tempo, não perdias ratings no RAW se alguém apenas visse WWE pelo Undertaker, porque ele iria estar lá!

Terias penas um campeão mundial, o que é menos confuso, para quem começa a ver wrestling agora.

Se perdesses o RAW, podias ver o Smackdown, que sabias o que se estava a passar.

Sendo que as feuds continuavam em ambos os shows, em vez de teres 4 shows para trabalhar até ao Pay Perview, terias 8.

O Roster split, apenas surgiu porque a WWE tinha muitos lutadores e um main event muito sobre carregado após a compra da WCW, e mais tarde dos talentos que tinham estado na WCW, que não foram englobados na venda, como Hogan, Hall, Nash, Goldberg etc.

Neste momento, tens um roster mais fragilisado em termos de popularidade, e mais pequeno que antes. É cada vez mais visivel, que shows como Smackdown teem perdido ratings. Tal como o RAW as tem perdido. A junção é de facto a unica opção que acho viavel, para melhorar a companhia substancialmente.

- Quem achas que este ano poderá se introduzido no Hall of Fame da WWE?

Million Dollar Man Ted Dibiase. A dar-se a face turn do filho, é uma excelente altura para o fazer.

Arn Anderson é um lutador que tem imensa historia no mundo do wrestling, e um dos meus favoritos, alem disso tem trabalho como road agent da WWE, desde a venda da WCW.

Bam Bam Bigellow seria outro lutador que gostaria de ver no hall of fame deste ano. Faleceu á pouco tempo, mas foi um dos lutadores mais marcantes dos anos 90. Aliás a merecer, Bam Bam é quem mais o merece. Anos antes da sua morte, entrou numa casa a arder, e salvo 3 crianças, ficando com graves queimaduras nas costas e braços. Lutou na WWE no inicio dos anos 90, lutou na NWA e na AWA nos anos 80. Esteve na ECW a meio dos anos 90. Lutou na WCW de 98 a 2001. Foi um dos melhores "big men" no ringue. Foi main eventer de uma Wrestlemania, e participou em outras tantas. Mas só a atitude "humana" que teve, e de coragem, valem-lhe o lugar no hall of fame.

Para mim estes são os 3 que mais merecem este ano.

Outros possiveis candidatos: Yokozuna. Davey Boy Smith the British Bulldog. Tully Blanchard e Ole Anderson, Big Bossman, Jake the Snake Roberts, Ox Baker, Lawrence Taylor, e Hacksaw Jim Duggan.

- Há muitos termos técnicos no wrestling que muita gente desconhece como o "hope spot", "comeback", enfim, fases de um combate, podes definir todos esses termos técnicos que dizem respeito às fases de um combate?

Existem muitos termos no léxico do wrestling. Vou-te ser sincero, nem eu os sei todos. E responder-te isso será quebrar um pouco do keyfabe, por isso peço desculpa a quem neste momento é lutador.

Um hope spot, é uma parte do combate, onde normalmente o face se encontra a sofrer ataques continuos do "heel". Nesse momento o "face", consegue dar a volta, e o publico está com ele, parece que vai conseguir dar a volta ao combate, mas o "heel", consegue voltar a dominá-lo muito rápidamente, normalmente com um golpe baixo. Por norma, o face consegue voltar ao controlo do combate, com 1 ou 2 golpes, sendo parado rapidamente com um contra ataque do heel. Este momento, também é conhecido como um "false comeback".

Comeback: É quando o Wrestler, normalmente o face, está a ser dominado, mas consegue realmente voltar ao controlo do combate. Ao contrário do hope spot, ele fica mesmo ao de cima, e consegue controlar o adversário. É aqui que ele consegue introduzir muitos dos seus golpes mais espectaculares, que normalmente o levam ao seu golpe final. Também podemos chamar a este momento de babyface fire, pois é aqui que o face realmente brilha, e faz o publico vibrar. Esteve a ser dominado tanto tempo, que finalmente explodiu, tem o publico consigo, e vai vencer (ou não) o combate.

Chain Wrestling: Chain Wrestling é normalmente usado no inicio do combate. Podes usa-lo o combate todo, e existem bons combates assim, mas normalmente apenas no inicio. São os golpes em "cadeia", mais "tecnicos". Por exemplo, lock-ups, hammerlocks, armbars, wristlocks, headlocks etc, fazem parte desta parte do combate. De certo modo, tens a variante mat wrestling, onde se integram muitos elementos do chain, mas a diferença, é que por norma, os golpes são adaptados a um tipo de luta mais virada para a greco romana.

Shinning: Quase sempre após o chain wrestling, um dos lutadores toma a vantagem, e assim que o faz, introduz alguns dos seus golpes favoritos. Por norma, é o face que toma controlo do Shinning, mas é quase sempre parado com um "cut off" por parte do heel, por exemplo, um golpe baixo.

Face: O Face, ou Babyface, é o heroi. Tem como principal função, fazer o publico simpatizar consigo, e ficar do seu lado.

Heel: É o vilão. Tem de conseguir ser odiado pelo publico, para que o mesmo fique do lado do face.

Tweener: Nem é vilão nem é face, está no meio, e por norma, muitos destes casos acontecem, quando temos um vilão, que o publico não consegue odiar, pelo contrário, até fica do lado dele. Steve Austin, Ken Kennedy, ou Rock, são bons exemplos.

Blade Job - é o acto de um lutador se cortar durante o combate, com uma pequena lamina de barbear (não são as da gillette, são aquelas grandes, tradicionais, das maquinas antigas, parecidas com um x-acto. O lutador corta-se normalmente numa veia, que não lhe irá provocar grandes danos, pre-estudada, que irá provocar grandes quantidades de sangue, também conhecido como "juice". Muitos, tomam aspirinas antes do combate, para que o sangue saia mais do que devido.

Heat: Pode ser aplicado de várias formas. Quer quando o heel toma conta do combate, quer quando consegue atrair atenção do publico. Um lutador que não produza heat no publico, é um lutador que está a mais. Nem os faz "booar" nem consegue te-los do seu lado.

Swerve: É um termo usado para quando, por exemplo pensas que o AJ Styles vai ser traido pelo Kurt Angle, mas quando nada o fazia prever, nem mesmo os spoilers, é o AJ que trai o Kurt Angle.

Por hoje é tudo. Para a semana, além das habituais questões do publico, quero também que me digam, se pudessem escolher 3 lutadores LIVRES, quem escolheriam para a TNA, e porquê.

Deixo-vos mais um video de minha autoria:

Até para a semana pessoa!



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Nos últimos tempos tenho estado bastante atento ao wrestling de há vinte anos atrás na WWF, ora através da Eurosport ou de vídeos e artigos na Internet.
Hoje resolvi fazer uma comparação entre o produto que a companhia de Vince McMahon tinha em 1990 e aquele que tem actualmente.


Gimmicks

Actualmente há sem dúvida uma maior realidade no que diz respeito às “gimmicks”, daí que o termo personagem esteja a ser deixado para trás, e cada vez falar-se mais em personalidades. Por um lado isto é bom para que haja uma certa credibilidade, para que tudo pareça mais real, afinal de contas, parecendo que não, aquelas estrelas que lutam sobre os ringues são seres humanos normais. Apesar dessa maior realidade que possa haver, há um aspecto negativo, que comparativamente a 1990 não havia, que é a diversidade.
Há duas décadas atrás, por muito irreais, ridículas e tiradas da banda desenhada que certas personagens poderiam parecer, a verdade é que essa pouca preocupação com a realidade das mesmas fazia com que houvesse algo que não há hoje, falo da diversidade. Cada lutador/tag team tinha características muito próprias, olhamos para Hulk Hogan, Ted DiBiase, Sgt. Slaughter, Andre The Giant, Ultimate Warrior, Roddy Piper, Mr. Perfect, Jimmy Snuka, Undertaker, Randy Savage, Tatanka, Legion of Doom, Bushwakers, Natural Disasters, entre outros, e percebemos isso. Muitas delas, nunca teriam lugar nos dias de hoje, são ridículas e muitos mas muito fantasiosas, no entanto, era sempre algo que ficava na cabeça dos fãs, algo único.



Em termos de ideais, até concordo com a nova política de gimmicks, as ditas personalidades, são mais reais, óbvio, no entanto, isto proporciona pouca diversidade, acabamos por ver sempre mais do mesmo, e em certas feuds, acabamos por ver algo que já tínhamos visto no passado, mas com outros intervenientes. Muitas gimmicks que vejo actualmente acabam por ser uma “versão 2” de outras, para dar certos exemplos, parece-me que estamos a ter Cody Rhodes e Ted DiBiase muito à imagem de Randy Orton, um The Miz a querer ser um Edge, um John Morrison a fazer lembrar os velhos tempos de Shawn Michaels e agora nem tanto, mas em certa altura (2007) houve demasiados “monster heels” com demasiado destaque na companhia, casos de Mark Henry, The Great Khali, Umaga e Snitsky.
A tendência será sempre aproximar cada vez mais as “gimmicks” à realidade, por isso, temo que em breve os “heels” mostrem muito mais um lado humano, fazendo deles praticamente “tweeners”.


Combates

Bem, em termos de “in ring”, acho que actualmente há muitas mais condições para fazer melhor. Digam o que disseram, em termos atléticos, nunca houve tão bons lutadores como agora, há uma agilidade incrível, mais manobras, mais condições para uma melhor execução, etc.
No entanto, o “story telling” dos combates não evoluiu, vemos coisas sem sentido num “timming” completamente errado de muitos wrestlers, que mostram sem dúvida que a nível técnico são muito mais evoluídos, no entanto, ocupam demasiado tempo com algumas manobras e pouco em entreter realmente o público, o resultado acaba por ser combates aborrecidos mesmo com lutadores tecnicamente capazes de proporcionar um bom espectáculo, acaba por ser assim todo o mid-card da WWE.



Experimentem ver um combate com o público a ouvir-se e depois esse mesmo combate com o som “off”, acho que nem vão conseguir acabar de vê-lo com o som “off”, porque vai-vos parecer demasiado aborrecido, os fãs são uma parte integrante do espectáculo, absolutamente fundamentais, se eles estiverem calados, nada resulta. Ora é preciso saber trabalhar o público, e actualmente, pouca gente é capaz de o fazer, enquanto antigamente, se assistirmos a um combate do sempre criticado Hulk Hogan, por exemplo, vemos que fazendo apenas três/quatro manobras nada espectaculares por combate, entretinha mais o público do que alguns que actualmente fazem mais de dez, praticamente todas elas de execução muito difícil.
Penso que tudo isto também tem a ver com as mentalidades, se calhar os aspirantes a wrestler de antigamente gostariam de entrar no “business” porque queriam ser heróis, tais como os que viam na televisão. Actualmente julgo que os aspirantes ficam com vontade de imitar certas manobras e fazer algo espectacular, e essas diferenças acabam por se revelar em ringue.
Em termos de duração dos combates, e falando apenas em WWF, porque na NWA era outra conversa, os combates eram relativamente mais curtos, ultrapassando os vinte minutos muito raramente.


Storylines

Antigamente as “storylines” eram muito mais simples, provavelmente, por não haver “shows” semanais e menos PPV’s. Havia uma pequena intriga e isso era suficiente para um combate entre dois wrestlers num outro evento, o que me dá a sensação de que o “booking” era feito “show a show”, coisas como amigos virarem-se uns contra os outros eram mesmo das principais “feuds” a que se assistiam, enfim, coisas muito simples mesmo e penso que o “background” acabava por culminar quase sempre bem quando fosse disputado o combate entre os intervenientes.



Actualmente acho que o “booking” dá demasiadas voltas para que uma “feud” seja boa e para que os combates disputados tenham muito “hype”, às vezes demasiado, não correspondendo muitas das vezes em ringue, caso do Triple H vs. Randy Orton da última Wrestlemania.
Em termos da promoção dos combates em que culminam as “feuds”, actualmente é diferente, senão estou em erro, antigamente, antes de o “show” ir para o ar, aparecia algumas (curtas) “promos” no “backstage” gravadas, em que os wrestlers, singularmente, falavam dos seus combates. Actualmente, há “shows” semanais, eles vão ao ringue, pegam no micro e dizem o que têm a dizer, e com a regularidade que actualmente há de PPV’s, fazem-no durante três/quatro semanas seguidas, desenvolvendo assim a rivalidade.
No entanto, em 1990, a maioria dos combates apenas se dava uma vez, não havendo desforras, enquanto actualmente, numa “feud” entre Main-Eventers, chegamos a ver três/quatro combates seguidos com os mesmos intervenientes, e muitas vezes no espaço de dois meses, o que torna tudo um pouco aborrecido.
Obviamente que não podemos dizer que antigamente era melhor, porque não, não há nada melhor que “shows” semanais, mas se calhar uma redução do número de PPV’s podia fazer com que com mais tempo se construíssem melhores histórias, que até poderiam durar mais tempo e ser menos aborrecidas.


Marketing

Há muito tempo que a WWE deixou de ser um produto nacional e muito menos regional, mas sim algo para todo o mundo. Durante todos os anos, a companhia de Vince McMahon visita países dos quatro cantos do mundo, e isso não funciona sem capital, até porque como o Vinnie diria “It’s all about the money!”.



E esse capital é originário de uma aposta cada vez maior em merchandising, praticamente todos os wrestlers de topo têm as suas próprias t-shirts, e para que se continue a vender, de x em x tempo aparecem com umas novas, John Cena é um caso desses. Mas não são só t-shirts, são bonés, “arm bands”, fios, cintos, gorros, cachecóis, action figures e até cuecas!
Depois, o facto de se fazerem geralmente dez “shows” por semana (incluindo house shows, shows semanais e PPV’s) e de cada vez se apostarem mais na venda de interessantes DVD’s e até de CD’s faz com que hajam grandes receitas.
O wrestling é um “business”, e aqui o que essencialmente importa é o dinheiro, esse é o lema que cada vez mais a WWE tenta cumprir.
Antigamente, claro que também havia essa preocupação com o dinheiro, no entanto, e até porque o produto ainda não se tinha propriamente expandido fora dos EUA e porque ainda não estávamos num período com todas as condições que há hoje, não se poderia apostar tão forte como se faz nos dias de hoje.


Na minha opinião são estas as principais diferenças entre a WWF de 1990 e a WWE de 2010, se tiverem algo a acrescentar ou que não concordem, é favor dizerem-no na caixa de comentários, se concordarem comigo, também é bom dizerem-no, para que eu tenha mais ou menos a ideia do que vocês pensam.


LOL da semana:

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Belezas enfrentando as campeãs!

No iMPACT! desta semana, o grande destaque vai para um combate de Knockouts... será um "Six-Knockout Tag Team Match", onde a TNA Knockouts Champion Tara irá fazer equipa com as TNA Knockouts Tag Team Champions Hamada e Awesome Kong para enfrentar as Beautiful People (Velvet Sky, Madison Rayne e Lacey Von Erich).

Sabemos bem o quanto as Beautiful People podem ser perigosas combinadas e isso mostrou-se a semana passada quando após Angelina Love, a ex-líder deste grupo de mulheres, ter derrotado uma ex-colega dela, esta última mais as suas duas companheiras atacaram-na!

Lacey, Velvet e Madison têm sido pretendentes aos TNA Knockouts Tag Team Championships no passado e com certeza sabem como trabalhar em equipa e hoje será uma oportunidade de provarem o que valem contra o trio das campeãs...

Enquanto isso, a TNA Knockouts Champion Tara tem andado numa rivalidade com a ODB, que culminou no Genesis, num "2 Out of 3 Falls Match" pelo título e ela conquistou esse mesmo título pela terceira, derrotando ODB duas vezes seguidas.

As TNA Knockouts Tag Team Champions Kong e Hamada têm-se mostrado como uma poderosa e física equipa, e no show ao vivo mostraram isso, dando um grande combate contra as campeãs na altura, Taylor Wilde e Sarita e derrotaram-nas...

Hoje as coisas poderão ser muito boas para as Beautiful People, se elas aproveitarem este combate muito bem, mas será que iremos ver uma vitória monumental do grupo dantes liderado por Angelina Love? Ou será que o trio de campeãs irá prevalecer?

Mais combates/segmentos confirmados para este show:
- 6-Man Tag Team Match --> Generation Me (Jeremy e Max) e X Division Champion Amazing Red vs Motor City Machine Guns (Chris Sabin e Alex Shelley) e Brian Kendrick
- Queda do fim controverso do combate entre AJ Styles e Kurt Angle na semana passada

Hora do show: 2h00
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Royal Rumble Match

Hoje decidi variar um pouco na minha crónica e à semelhança do que estamos habituados a ver o Jericho fazer, resolvi fazer um Top 5 com aqueles que, quanto a mim, são os possíveis vencedores para o Royal Rumble Match, combate que só acontece uma vez por ano e que todos os fãs anseiam por ver.
Dos trinta participantes, são vários aqueles que podem ser considerados possíveis vencedores, mas ficam as minhas cinco apostas.

5º. Lugar - Ted DiBiase
À muito que se fala num possível push ao Ted DiBiase e que ele pode passar a ser face num futuro próximo e eu não vejo melhor altura para isso acontecer que não seja esta.
Com uma possível vitória do DiBiase neste combate, este poderia muito bem ir atrás do título que, possivelmente, o Randy Orton vai ganhar ao Sheamus neste mesmo PPV, o que provocaria (quase que me apetece dizer finalmente) uma ruptura nos Legacy e assim o DiBiase poderia partir para uma carreira a solo, que poderia começar, logo, com uma oportunidade pelo título da WWE na WrestleMania.
Se calhar, é uma ideia algo rebuscada e que tem muitos “ses”, mas ainda assim parece-me plausível, pois a WWE, cada vez mais, parece disposta em apostar em gente jovem, sendo que o actual campeão da WWE é prova disso mesmo.
Apesar do DiBiase não estar entre os favoritos e entre aquele leque de vencedores quase que anunciados logo à partida, a verdade é que a WWE pode crer apostar aqui numa surpresa e em alguém jovem para ganhar destaque a partir desta vitória, sendo que me parece que uma aposta no Ted DiBiase seria uma aposta mais do que justa...

4º. Lugar - Shawn Michaels
Sendo eu um grande fã do HBK, viria com muito bons olhos uma vitória dele neste combate. Contudo, ponho alguma reticências quanto a esta possível vitória.
Ver o Shawn Michaels a ir atrás de um dos títulos Mundiais é algo que eu (e muitas outras pessoas) já venho a pedir à algum tempo, mas parece-me que se o HBK ganhar o Royal Rumble irá atrás do Undertaker e, como me parece óbvio, o Undertaker não irá perder, seja para quem for, na WrestleMania. Por isso, o HBK estará mais uma vez no “quase” e não no “finalmente”.
Por outro lado, parece-me pouco provável que a WWE queira repetir o combate do ano passado, por muito que esse tenha sido o combate do ano e um dos melhores de sempre. Parece-me que uma “repetição” levaria a que houvessem sempre comparações e que no fim ouvíssemos a grande maioria das pessoas a disser: “o do ano passado é que foi”, ou algo parecido.
Mesmo assim, penso que não é de descartar uma vitória do Shawn Michaels neste combate, querendo eu depois perceber como é que sito irá funcionar em relação aos DX e como é que, tanto HBK, como Undertaker, conseguirão corresponder às expectativas caso se dê o rematch do combate do ano passado.

3º. Lugar - Triple H
Tal como o seu parceiro, nunca é de descartar uma possível vitória do HHH, ainda por cima quando este está afastado, à já algum tempo, dos títulos principais.
E penso que esta vitória pode, também ela, levar a uma ruptura dos DX, ainda que eu não esteja bem a ver atrás de qual dos títulos do Triple H estará disposto a ir.
O mais provável é ele ir atrás do título da WWE, seja qual for o campeão por essa altura, mas também não é de descartar que este queira ir atrás do Undertaker e da sua streak (mais do que o título) e aqui sim haver o tal desentendimento entre o HHH e o HBK, com este último a alegar que deveria ser ele a enfrentar o Deadman e a partir daqui criar-se o desentendimento de que à muito já se fala.
Penso que é mais uma hipótese de vencedor, sendo certo que me parece, como referi, que seja mais provável vermos o The Game ir atrás do título da WWE, mas nunca é de descartar que este prefira o título Mundial e que aconteça a situação que já descrevi a cima.

2º. Lugar - Edge
Seria, sem dúvida, muito bom ver o Edge regressar e conseguir, logo, uma vitória neste combate, sendo que me parece que se tenham de colocar algumas reticências quanto a esta possibilidade.
Desde logo, não há certezas absolutas de que o Edge esteja totalmente recuperado e até já se falou que ele poderia regressar brevemente mas que ainda não seria para combater. E depois há facto de muita gente já ter avançado esta possibilidade e nós sabemos como a WWE é especialista em nos trazer surpresas para os seus eventos, sendo certo que se o Edge aparecer no Royal Rumble já será algo que nós estamos mais, ou menos, à espera.
Contudo, penso que de entre os nomes apresentados (e como a lista não está completa), penso que ao estar presente o Edge é um dos possíveis vencedores do combate e com esta vitória terá, sem dúvida, um grande regresso, que o fará voltar à mó de cima, onde se encontrava na altura em que teve que afastar devido à lesão.
Além de tudo isto, é preciso perceber como será o seu regresso. Será que ele vai voltar como face? É bem possível e até não me admiraria que ele ficasse na Raw e fosse atrás do título da WWE.
Ou seja, apesar de muita gente estar à espera deste regresso, a verdade é que o pode acontecer à volta dele é ainda uma incógnita e poderemos ter boas surpresas caso o Edge venha a ganhar o Royal Rumble Match.

1º. Lugar - John Cena
Por último aquele que me parece que será, de facto, o vencedor do Royal Rumble deste ano.
À muito que se vem a falar num possível Undertaker vs. John Cena para a WrestleMania e parece-me, muito sinceramente, que este combate vai mesmo acontecer e que tem que ser aqui que tudo vai começar.
Aliás, eu penso que o Cena é o adversário ideal para o Undertaker, por uma simples razão: é aquele que nos faz ter menos certezas quanto a uma, mais do que anunciada, vitória do Undertaker na WrestleMania.
Ainda que eu não acredito que o Cena saia da WrestleMania vencedor, penso que por tudo aquilo que já o vimos fazer e da imagem que foi criada à sua volta, não é difícil ponderar uma vitória sua. E dou um exemplo muito prático: se o HBK for o adversário do Undertaker, todos vão apostar numa vitória deste último. Se por outro lado ele tiver que enfrentar o Cena, as apostas serão muito mais divididas.
Além de que já muita gente se esqueceu que eles andaram “pegados” e caso se dê uma vitória do John Cena vai estar muita gente à espera que ele vá atrás do Sheamus (ou do Randy Orton) e ele acaba por “surpreender” e ir atrás do Undertaker.
Resta esperar para ver, mas aposto numa vitória do John Cena para este combate, que vai, certamente levar a que haja um John Cena vs. Undertaker na WrestleMania.


Ficam as minhas apostas, sendo certo que à sempre outros nomes que podem, muito bem, vir a ganhar este combate, desde o Chris Jericho, ao Batista e até ao John Morrison, que não sei se estará no combate, mas que podia, muito bem, com uma vitória aqui dar, finalmente, o salto para o Main Event, mas acho que na WrestleMania eles querem-no é no Money in the Bank e ele até poderá ser o vencedor deste ano.
Mais voltando ao Royal Rumble, penso que será um bom combate, que teremos, certamente, boas surpresas e que no fim, muito provavelmente, vamos ser bastante surpreendidos como fomos em anos anterior.
Penso que não há muito mais a dizer, apenas pedir que comentem os nomes que avancei e deixem as vossas apostas quanto a possíveis vencedores e que façam, se quiserem, o vosso Top 5.
E como sempre fico à espera dos vossos comentários, criticas e sugestões e da vossa opinião não só sobre este tema, mas bem como de outros que achem por bem opinar.
Até à próxima...

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E se a WCW nunca tivesse falido?

- Teria sido a WWF/E a falir?

- A TNA teria sido criada?

- Ainda teríamos Monday Night Wars ou haveria uma companhia a dominar por completo?

- Face à necessidade de fazer frente à concorrência, os "shows" da WWF/E preocupariam-se menos em ter conteúdos tão familiares?

- Que estrelas poderiam ter sido criadas? E já agora, que outros wrestlers nunca teriam atingido o estrelato?
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Rey Mysterio






Ring-Skills

- Pontos fortes: Proveniente do estilo high flyer, Mysterio luta muito na defesa e sabe quando atacar e tem ataques muito bons, sabe gerir um bom combate com o adversário certo, procura sempre bons spots, agora já não tanto mas ainda assim consegue levar multidões ao rubro, tem um move-set bom.
- Pontos fracos: Normalmente este lutador termina as suas contendas sempre da mesma maneira, com o seu finisher, “619” e isso não é bom já que tira credibilidade aos seus combates e um adversário com outras dimensões físicas a levar com este finisher e perder o combate, quem fica mal visto é claro o adversário e por vezes também o próprio Rey, mas de outro modo leva as camadas americanas mais jovens, aos limites com tais manobras.



Mic-Skills


- Pontos fortes: Rey Mysterio não é dos melhores a falar ao micro, mas quando o faz geralmente é feito com emoção o que provoca sentimento na plateia logo não é mau, ele tem uma boa voz e aquele sotaque Mexicano faz a coisa parecer diferente e quiçá recordar tempos passados com outros wrestlers até.
- Pontos fracos: O que falta nas mic-skills de Mysterio, é de facto o entusiasmo, ele tem uma personagem face que dá com o público mas quando faz promos ele é muito dramático o que é um pouco mau.



Carisma

- Pontos fortes:
Ele é bastante carismático, puxa pelo público, a grande interacção que ele mantém é de louvar, principalmente quando ele encosta a testa com os fãs que também usam a sua máscara.
- Pontos fracos: Rey é dos wrestlers que mais se lesiona, e quando faz os seus regressos recebe sempre grandes ovações, mas rapidamente no prosseguir das semanas, o entusiasmo dos fãs falha um pouco, o que significa que Rey não consegue manter uma relação de entusiasmo/euforia com os que chamam pelo seu nome, o que não é muito bom.



Venda de merchandising

- Pontos fortes: Rey neste ponto é realmente impressionante é um dos wrestlers que tem sempre bastante saída nesta área, e isso é resultado das atractivas t-shirts, etc, ainda por cima sendo o “Master of 619” portador de uma máscara isso cria ainda mais expectativas por há uma enorme diversidade por onde escolher.
- Pontos fracos: É verdade, Rey Mysterio usa regularmente o seu “produto”, mas ainda podia usar mais, quiçá distribuir aquelas máscaras de cartão pelo público, era uma forma de incentivo, tipo DX a distribuir coisas na sua entrada, há várias soluções até.



Gimmick

- Pontos fortes:
A personagem face presente em Rey é a mais adequada, depois tem aquela vertente de estar eternamente ligado à família Guerrero e estar ligado também à religião.
- Pontos fracos: Penso que tem uma boa gimmick ainda assim esta mesma já dura há anos, penso que está na altura de transcender esta gimmick para uma coisa mais arrojada, não mudando esta personagem apenas fazer-lhe uma pequena viragem.



Atitudes no Backstage


- Pontos fortes:
Pelo que sei, que é pouco, Rey Mysterio deve ser uma superstar pacata, que não tem como costume arranjar confusões, mas ainda assim tem as suas divergências.
- Pontos fracos: Ainda em 2009 o “pequeno” Rey foi suspenso devido ao Wellness Program, e ainda antes disso Mysterio mostrava grande resistências em não perder o título Intercontinental, isso deixa logo uma má imagem, mas ainda assim isso não evita que Rey não seja calmo em backstage tal como referi.



Condição física


-Pontos fortes:
Para o estilo high flyer Mysterio não está em má forma embora se perdesse uns quilitos não lhe fizesse mal nenhum, depois todos nós vemos que Mysterio é dos lutadores prestigiados com a altura tão reduzida, o que até facilita por vezes os seus combates devido ao estilo de luta usado.
-Pontos fracos: A altura de Mysterio tanto pode ser benéfica, como maléfica e contra um lutador de maiores dimensões será necessário outro enredo para o deitar abaixo, não é por nada que lhe chamam “The Biggest Little Man”. Outra coisa é que Rey está sempre a lesionar-se, e isso na carreira de um wrestler é muito mau estando constantemente envolvido em operações e afins.



Theme Song - "Booyaka 619" de P.O.D.


-Pontos fortes:
A música é completamente definida para Rey, o toque de mexicano com o inglês mete a coisa ainda melhor, o ritmo com que entra em cena e com aquela música dá logo outro impacto à coisa.
-Pontos fracos: Embora a Theme song de Rey seja apropriada para o mesmo, ela está um pouco gasta.



Curiosidades:


- Rey Mysterio fala cinco línguas diferentes;
- Rey e metade Americano e metade Mexicano, mas nasceu nos Estados Unidos;
- Óscar Gutierres (verdadeiro nome de Rey) é casado com uma Americana e tem dois filhos uma menina e um menino, o menino na verdade é totalmente filho de Rey e não do falecido Eddie Guerrero;
- Como seria de esperar, em sua casa o “The Ultimate Underdog” anda sem máscara, onde até já deu uma entrevista.




Edições anteriores:


- AJ Styles
- Angelina Love
- Batista
- Big Show
- Brian Kendrick
- Chris Benoit
- Chris Jericho
- Christian
- CM Punk
- Cody Rhodes
- Drew McIntyre
- Edge
- Hulk Hogan
- Jeff Hardy
- John Cena
- John Morrison
- Kane
- Kurt Angle
- Maryse
- Matt Hardy
- Mickie James
- Montel Vontavius Porter
- Randy Orton
- Rhino
- Rob Van Dam
- Santino Marella
- Scott Hall
- Shawn Michaels
- Sheamus
- Sting
- Ted DiBiase Jr.
- The Miz
- The Undertaker
- Triple H


Aproveito também para convidar o leitor aí em casa para tentar a sua sorte e fazer um espaço destes para aqui ser postado, apenas com uma condição, não poderão falar sobre superstars que já foram analisadas, no entanto, estão à vontade em escolher o wrestler/diva - WWE, TNA, Free Agency, wrestlers falecidos, lendas, wrestling português, indys, etc.

E já agora, comentem...


PS: Dou-vos a escolher...
- Awesome Kong
- Beth Phoenix
- Samoa Joe

Qual preferem ver já para a semana?
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Um parceiro especial para a noite!

Hoje na ECW iremos ver um especial main-event, pois será um "Tag Team Match", onde o ECW Champion Christian irá fazer equipa com o "Big Red Monster" Kane para enfrentar a equipa de William Regal e do pretendente ao título de Christian, Ezekiel Jackson!

Foi basicamente há duas semanas atrás que aconteceu o ECW Homecoming Finale, onde 8 das estrelas do passado e do presente competiram numa "Battle Royal" onde o vencedor recebia uma oportunidade pelo ECW Championship...

Aconteceram 8 combates de qualificação para isso e nessa "Battle Royal" quem prevaleceu foi Ezekiel Jackson, que por acaso eliminou Kane, para conquistar uma oportunidade de enfrentar Christian pelo título no Royal Rumble e isso deixou o "Big Red Monster" irritado!

Para além disso, durante meses e meses, temos visto a rivalidade entre William Regal e o ECW Champion Christian tem andado a desenvolver-se e na semana passada, apesar de Regal ter perdido via DQ, ele mais o Ezekiel ficaram com o último sorriso, pois Ezekiel atacou o campeão, mandando a mensagem de que quer o título da ECW no Royal Rumble!

Hoje as coisas, porém, poderão tornar-se interessantes, pois quando Christian fizer equipa com Kane para enfrentar Regal e o "Big Zeke", as coisas poderão explodir, mas será que Ezekiel conseguirá uma vitória para a sua equipa para ganhar ímpeto? Ou irá Christian ganhar ímpeto com uma vitória neste main-event monstruoso?

Hora do show: 3h00
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Boas, e bem-vindos a mais uma edição do Génio da Mala.
A Royal Rumble está aí à porta e começám a ser "desenhados" os planos para a WrestleMania 26 e todos estámos à espera de que a WWE nos traga boas feuds que proporcionem um bons espectáculo no "maior evento do ano". Mas uma coisa que eu gostaria mesmo de ver, e certamente muita gente, era ver a WWE apostar seriamente numa supertar jovem e fixá-la no main event em 2010, começando um push já nesta Road to WrestleMania. Em 2009, a WWE apostou fortemente no CM Punk e até lhe fez um heel turn, que na minha opinião foi muito bem conseguido, e foi feita uma das melhores feud de 2009, entre CM Punk e Jeff Hardy. Foi-lhe atribuído um grande e merecido push e este estava no main event. Na altura desta feud, a SmackDown atravessou os melhores momentos do ano, mas depois vieram outras superstars para o main event, como Undertaker e Batista, e na minha opinião, o show tornou-se algo mais aborrecido.
Mas terminada esta feud com Jeff Hardy, a WWE colocava a Straight Edge superstar no maior desafio da sua vida, numa feud com o regressado Undertaker. Eu pessoalmente tinha muitas expectativas para esta feud, que iria fixar o Chicago Made no main event, mas depois do castigo e do squash no Hell in a Cell, o push foi estragado.
Após esta feud, a empresa de Vince McMahon coloca-o numa feud com R-Truth, que acho, que não ajudou em nada a um nem a outro. CM Punk foi "expulso" do main event. Embora a feud tenha sido fraca, ganhou algo que acho que lhe faltava, que era Luke Gallows. Como é sabido, Punk sempre teve alguma dificuldade em combates com tipos mais pesados, como foi por exemplo com Big Daddy V quando ele ainda estava na ECW, mas agora com este guarda-costas ao seu lado será mais fácil.
Ele já deu bastantes provas de que é um main eventer: foi campeão mundial em apenas dois anos, foi o mais rápido Triple Crown Champion e foi o único a vencer o Money in the Bank por duas vezes consecutivas, por exemplo. Tudo isto para além de possuir um move-set variado, boas mic-skills, uma gimmick muito boa e desde este seu heel turn, o seu carisma aumentou.
O lugar de CM Punk é no main event, e espero que a WWE perceba isso ainda a tempo de emendar aquele erro de booking em 2009, que tirou o Straight Edge do main event depois de um grande push. Voltando ao início, não me estava a referir a CM Punk, mas quero que a WWE lhe volte a dar a uma oportunidade, e haverá melhor altura que a Road to WrestleMania, e quem sabe, começando já na Royal Rumble?

O post está pequeno, mas acho que reúne o essencial para uma boa discussão. E também quero deixar algumas questões:
O que será dele até esta WrestleMania?
Poderá CM Punk fixar-se no main event em 2010?

Até para a semana


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Que comece a série!

O Monday Night Raw desta semana irá apresentar mais um show com o conceito habitual dos "Special Guest Hosts" e os de hoje, serão algo interessantes pois as estrelas da série Psych, James Roday e Dull Hill irão comandar o show de hoje em Columbus, Ohio!

Tudo isto tem uma pequenina razão... publicidade! A quarta temporada desta série irá estrear-se nesta quarta-feira e terá uma presença especial de uma estrela da WWE e essa pessoa é o ex-WWE Champion por várias vezes, John Cena...

Poderá-se pensar que os "Special Guest Hosts" de hoje irão estar do lado de John Cena, que anda à procura de uma desforra como deve de ser contra o WWE Champion Sheamus, mas nunca se sabe o que se poderá passar hoje!

Na semana passada, assistimos ao conceito de "Cada homem por si mesmo no Royal Rumble Match!", pois Triple H, por trás do seu parceiro atirou-o sobre a corda superior, mostrando que quer ganhar no Royal Rumble Match...

Para além disso, o WWE Champion, Sheamus mostrou ao seu adversário no Royal Rumble, Randy Orton, que terá de ter cuidado pois quando o título está em jogo, ninguém o pára e aquele "Bicycle Kick" no Orton mostrou exactamente isso!

Os "Special Guest Hosts" desta semana terão que mostrar, que conseguem comandar um show, mas será que apenas a 6 dias do evento onde começa a estrada para a Wrestlemania iremos ver mais algum impacto? Ou irão os "Special Guest Hosts" dar um show agradável para os fãs da WWE?

Actualização: Parece que uma parte dos "Special Guest Hosts" não vai poder aparecer, daí que hoje quem ficará ao encargo do show será Dull Hill... ao que tudo indica, ele teve que passar por uma apendicectomia no Sábado e não poderá aparecer no show de hoje.

Hora do show: 2h00
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Dave “Jericho” Pereira - Sejam bem-vindos ao Highlight Reel. Senhoras e senhores, hoje tenho comigo um antigo lutador da APW, ele é … VYPER KID! Sê bem-vindo!

Vyper Kid - Obrigado pelo convite para esta entrevista Dave, espero estar á altura para poder responder a todas as perguntas pois o meu wrestling está um pouquinho enferrujado...


DJP - Vyper, diz-nos o teu nome verdadeiro, a tua idade, onde vives e o que fazes da tua vidinha…

VK - Desde já queria agradecer esta oportunidade que me deram para poder relembrar o que foi para mim um hobbie muitíssimo interessante, o wrestling.
Chamo-me Bruno, tenho 22 anos, nascido e criado em Portimão e neste momento estou a trabalhar como projeccionista de cinema.


DJP - Vives no Algarve, local de onde são naturais muitos dos wrestlers da WSW. Sei que a principal razão para isso é haver uma escola em Portimão, no entanto, pensam que o wrestling aí é vivido de uma forma mais intensa do que nas outras regiões do país?

VK - Pode ser talvez porque aqui no Algarve somos bem mais "brutos" e gostamos muito mais de tornar o contacto dos golpes o mais real possível sem deixar de evitar as eventuais lesões que são sempre indesejáveis, é tudo mais intenso e cru, o “selling” por esse meio creio que é bem melhor conseguido. Claro que tudo isto digo por experiência pessoal e por tudo o que fui aprendendo neste ramo.


DJP - Quando e como te tornaste fã de wrestling?


VK - Essa já é complicada, ainda antes de ver wrestling já sabia o nome "Hulk Hogan", lembro-me vagamente de uma bonecada que via com os meus 3/4 aninhos e que gostava muito, depois de um belos anos comecei a ver (se não entro em erro) o Velocity na SIC Radical e creio que foi por essa altura que por meio de uns amigos soube que havia uma escola de wrestling em Portimão, a partir de aí era ver e transpirar wrestling sempre que havia a hipótese, mas desde a morte do grande Eddie Guerrero que para mim perdeu muita da piada que tinha assistir ao wrestling.


DJP - Fala-nos um pouco da tua curta carreira, conta-nos tudo desde o inicio, qual o teu percurso no mundo do wrestling?

VK - Bom, tal como disse antes tomei conhecimento da APW por meio de uns amigos e fui com eles assistir a um treino e acabei por ficar como aluno da APW pouco depois, cerca de 6 meses de treino básico consegui o que na altura era o primeiro grande passo que era dominar os golpes essenciais e básicos do wrestling sem os quais ninguém faz nada, passado pouco tempo tive o meu primeiro combate no Suplex de Verão em que eu e o D-Namite numa fase muito “rookie” mesmo fizemos um combate 1-on-tag contra o Iceborg e fiz também um combate (se é que se pode chamar de combate hehe) contra o JOHNNY CASINO manager/lutador do Iceborg na altura (que também teve uma mãozinha no combate para poder facilitar um pouco mais o serviço), no Impacto Total 1, que para mim sempre vai ser um momento inesquecível da minha vida, participei numa “Gauntlet” para apurar o desafiador do campeão que na altura era o Arte-Gore, tive cerca de mais uns 8 combates para além disto e de todos eles sempre consegui adquirir algo de novo essencialmente experiência.
Passado algum tempo não consegui continuar pois tinha de estudar e trabalhar e passou a ser complicado encaixar o wrestling no horário.

DJP - De onde surgiu o ring name "Vyper Kid"?

VK - Hehe, foi um nome de ultima hora que o Mad Dog arranjou e dos 3 nomes que ele tinha este era o que me soava melhor, não há mística alguma no ring name.


DJP - Qual era o teu estilo de luta?


VK - High-flyer de gema, infelizmente a minha estatura (1,69m) não deixou ser muito mais que isso...


DJP - Muitos high-flyers são acusados de apenas se viciarem nos spots e não terem uma boa psicologia de ringue, como te defines nesse aspecto?


VK - Depende do tipo de high-flyer, e do próprio personagem, se tiverem uma psicologia de ringue em que o combate funciona como um "crescendo" e o ritmo e a espectacularidade dos golpes vai acompanhando esse desenvolvimento creio que é o caminho correcto, eu nunca gostei dos combates em que o high-flyer faz spot atrás de spot atrás de spot, nunca vai sobrar excitação por parte do público para no fim vibrar com o derradeiro SPOT.


DJP - Na minha opinião o grande problema dos high-flyers, que não os fazem atingir o topo, é não serem conhecidos pela sua personalidade ou personagem, mas sim pelos golpes espectaculares que fazem. Evan Bourne (aka Matt Sydal), por exemplo, não é conhecido pelos fãs pelas suas características psicológicas mas sim pelo "Shooting Star Press". Concordas comigo?

VK - Plenamente, mas também é com golpes espectaculares e bem executados que muitos atingem o topo, o público quando vê um golpe espectacular de um lutador vai voltar a ver outro combate sempre á espera de ver o golpe de novo, por pior que o combate seja para muitos se tiver um golpe "XPTO" é um grande match…
Enfim, normalmente para chegar longe há que dar ao público o que ele quer e contra isso nada há a fazer.


DJP - Para os leitores do blog saberem com o que podem contar quando virem um combate teu, quais são os principais moves que constituem o teu move-set e como é a tua gimmick?

VK - Muitos e variados Dropkicks, Flying Clothesline, Cross-Body, Frog-Splash, e antes de ter saído do wrestling estava a aperfeiçoar uma espécie de Inverted Bulldog.


DJP – Preferes ser “face” ou “heel”? Porquê?


VK - Nunca me deixaram ser heel, sempre fui face, mas tenho que dar crédito a todos os heel's que defrontei pois sempre facilitaram o meu trabalho e muito mesmo, ser face é ser o favorito do público, mas nem todos os heel's facilitam esse feito, felizmente a minha estatura sempre ajudou muito nessa parte porque até tive algumas partes bem engraçadas durante combates em que algumas mulheres do público gritavam para os grandalhões que me estavam a dar golpe atrás de golpe coisas tipo "larga o miúdo ó pote de banhas"...


DJP - Já tiveste alguma lesão com alguma gravidade?

VK - Tive muita sorte em 2 causas em particular, nunca me lesionei com gravidade mas por duas vezes joelho direito que só ficou dorido poderia ter ficado bem pior.


DJP - Ao que se deveu a tua saída da APW?

VK - Incompatibilidade com o resto da minha vida e algum desapreço para com a minha pessoa, mas não estou aqui para falar de nomes pois a razão principal é meramente por causa do horário e de precisar de ter um emprego fixo.


DJP - Para quando um regresso aos ringues?


VK - Quem sabe um dia, mas não para já.


DJP - Fontes minhas disseram-me que até és um bom wrestler, mas como não tinhas um grande corpo, não te davam muito destaque. Isto é verdade?


VK - Ai essas fontes, só queria saber quem foi que disse isso, brincadeira hehe, sou um wrestler com um empenho que se possa dizer que seja bom, e o que faço é feito com alma, sobretudo tenho bastante confiança com os lutadores que defrontei durante a minha carreira e isso é um factor que creio ser de muita importância, mas sim, devido á minha estatura e corpo e por falta de golpes bem "XPTO" senti que fui posto um pouco de parte em termos de destaque, apesar de tudo sempre fiz tudo com profissionalismo e espírito de equipa porque um combate de wrestling para mim é como uma dança em que há que saber o que se pode e não fazer durante o tempo em que se está no ringue mas como dificilmente me viam como um lutador á séria também é difícil ser levado a sério por vezes, e creio que por má sorte minha quando me comecei a desligar do mundo do wrestling foi quando comecei a obter resultados em termos de corpo mas não vale a pena chorar por leite derramado.


DJP - Pelo que também me disseram, eras alguém que estava sempre pronto para "jobbar" e que isso para ti não consistia um problema. Isto também é verdade?

VK - Jobbar não é só chegar ali e levar uma dose monumental de porrada e em todos os “jobs” que fiz (alguns até me deram bastante gozo) as pessoas contra que lutei disseram sempre que não queriam "entrar, matar e sair" e sim um combate em que eu simplesmente era o underdog e permanecia o underdog, mas também jobbar tem bastante a ver com o selling e era algo que creio que fazia bastante bem e isso era um ponto a favor dos adversários pois não ia ser "punch punch KO" eu sempre tentava dar o máximo de credibilidade a esse tipo de combates. Nunca foi um problema para mim porque sabia que esse tipo de combates também me servia para adquirir experiência no ringue e visto que não tinha grande corpo sempre era uma ponta por onde pegar.


DJP - Qual foi o combate que mais te prazer deu fazer?


VK - Vyper Kid vs Juan Casanova (os dois combates), Impacto Total 2, deu bastante gozo fazer este combate pois apesar de ter perdido foram sempre bastante agradáveis pelo público que e Santa Maria da Feira estava totalmente do meu lado porque aquele espanhol mal-educado estava sempre a mandar bocas para eles e eu acabava por escapar aos golpes mais complicados e em Elvas porque foi muito bom ver que havia metade do público português e a outra metade espanhol e era sempre bastante barulho tanto a puxar como a vaiar ambas as partes e no fim perdi com alguma batota de parte do Juan mas são sem dúvida os combates que mais prazer me deram fazer.


DJP - Qual foi o melhor wrestler que já defrontaste?

VK - Gabriel DeRose, bastante fácil trabalhar com ele e também na altura tinha só um pouco mais de experiência que ele e isso facilitou o trabalho porque ele é uma pessoa que está disposto a ouvir e a dar a sua opinião, no entanto nunca tive a oportunidade de lutar mano-a-mano contra a lenda viva, Tony de Portugal, que para muitos (inclusivé para mim) é o melhor lutador a nível nacional e pelas habilidades e carisma que ele tem.


DJP - Como foi a experiência de partilhar o mesmo balneário com algumas figuras ilustres do wrestling mundial?

VK - Aprender nem que seja um pouco com alguém que tem tantos ou mais anos no "business" que eu tenho de vida é sempre algo valioso e de estimar, o U-Gene e o Joey Matthews foram de todos os que mais conversaram comigo e o que o U-Gene comentou acerca do combate que viu meu fazia todo o sentido e serviu para poder melhorar muito em bastantes aspectos do que há num combate de wrestling, cada palavra vale ouro.


DJP - Houve algum momento interessante envolvendo essas figuras ilustres do wrestling mundial que queiras partilhar com os leitores nesta entrevista?


VK - Aquando do Impacto Total em que cá estavam os lutadores da TNA lembro-me de ver o Brother Runt (Spike Dudley na WWE) sempre com um copo do que parecia água na mão mas que afinal se não estou em erro era Vodka e lá andava ele a falar com toda a gente a beber Vodka pura e ainda nem tinha ido combater, e eu a pensar que ele já tinha combatido mas afinal não e ainda o vi a encher o copo outra vez. Hehe...


DJP - Geralmente, todos os lutadores têm os seus ídolos do mundo do pro wrestling e aqueles lutadores que querem seguir as pisadas, quais são os teus?


VK - Eddie Guerrero e Chris Benoit, infelizmente ambos já falecidos, o Eddie pelo carisma e pelo excelente trabalho in-ring que ele fazia sempre, o Chris Benoit porque entrava sempre a toda a força e fosse quem fosse o adversário ele ia lá e fazia de tudo para sair com a vitória, ambos mostravam sempre um grande espírito de sacrifício no ringue e muita força de vontade. RIP.


DJP - Se te dessem a oportunidade de escolher um wrestler de todo o mundo para um combate, quem escolherias?

VK - Complicado, eu conheço poucos lutadores da Old School, perdão pela ingenuidade, mas escolhia o Undertaker pois é uma lenda que ainda vive activamente no seio do wrestling, agora se pudesse ser queria combater contra o Tony de Portugal para poder mostrar que afinal a lenda viva sou eu, hehe, seria um prazer poder combater num match contra o Tony.


DJP - Em todas as federações há sempre wrestlers que não estão de acordo com algumas politicas que a sua companhia opta. Há algo com que discordasses com a direcção da APW/WSW?

VK - Nunca quis estar muito a par das políticas da federação em si mas discordava muito em relação ao “booking” dos combates, alguns combates não tinham ponta por onde pegar e era quase usar o que sobrava para um match que raramente tinha alguma psicologia.


DJP - Tu que estiveste por dentro de uma das federações portuguesas diz-me, sentes que há rivalidade entre APW/WSW e WP?

VK - Já houve mais, estupidamente dizendo, desnecessariamente. Devia sempre existir uma rivalidade saudável entre companhias e não uma troca de bocas para cá e bocas para lá, nunca liguei muito a isso pois para mim é cada macaco no seu galho e cada um a fazer por si e não para tentar "abafar" outros.


DJP - Que opinião tens tu sobre o Wrestling Portugal?

VK - Tenho visto os Web Shows e só acho que os shows são mal "temperados", falta um bocadinho de sal...


DJP - Em todas as federações do mundo, exceptuando praticamente as "main streams", os wrestlers têm um contrato livre com as suas federações que lhes permite lutar em outras. Muitas pessoas dizem que o único país onde isso não existe é em Portugal, onde a WSW nunca deixaria os seus wrestlers participarem em eventos do WP, concordas com esta politica?

VK - A politica de exclusividade, é complicado quando está um wrestler que não é usado numa federação e é impedido de vingar um pouco mais noutra, mas a vida é assim e contratos são assinados na mesma.


DJP - Como vês o wrestling nacional daqui a 10 anos? O que terá sucesso?


VK - Não faço a mínima ideia, mas vai ser um pouco maior em termos de reconhecimento, tenho esperanças que sim.


DJP - Quem são, para ti, as verdadeiras estrelas do wrestling nacional? E quem são. Para ti, as futuras estrelas do wrestling nacional?


VK - Tony de Portugal, Arte-Gore e Gabriel DeRose são para mim as estrelas do wrestling nacional que eu gosto de ver no ringue, todos eles com muito talento e dedicação. O Gabriel creio que é uma aposta segura para o futuro do wrestling nacional, se ficar nas mãos dele sei que estará bem entregue.


DJP - Uns elogiam, outros criticam, e tu, que opinião tens sobre o actual momento da WWE?

VK - Já perdi o interesse na WWE faz algum tempo, tornou-se demasiado monótono e previsível, a última vez que assisti foi quando havia uma feud entre o HHH e o Randy Orton e que só pela storyline me cativou um pouco mais.


DJP - Sheamus, que ainda há dois anos participou num evento da APW como um mero desconhecido entre os fãs portugueses é agora Campeão da WWE. Surpreende-te esta rápida ascensão?

VK - Sim e Não, quando ele participou no APW sobre rodas já nós sabíamos que ele tinha sido contratado pela WWE e depois do combate dele já era de esperar que ele quando lá chegasse que fosse virar a WWE do avesso.


DJP - Em quem apostas para a vitória no Royal Rumble Match?


VK - Três letras (se participar pois não tenho acompanhado): HHH!


DJP - Recentemente Hulk Hogan ingressou na TNA e prometeu fazer concorrência à companhia de Vince McMahon. Pensas que oferecerá luta à WWE ou que será o começo do fim da TNA?

VK - Na minha opinião o Hulk Hogan agora já só é um nome de referência do wrestling que deveria ter abandonado os combates desde a 1ª vez que o fez, na minha opinião é somente o inicio do fim da TNA.


DJP - Costumas visitar alguns blogs de wrestling nacionais? Se sim, quais?

VK - Por acaso não pois já não tenho acompanhado muito o wrestling tanto nacional como internacional como acompanhava o que me leva a algum desinteresse em relação a blogs do género mas acho que vou começar a visitar o AWP Wrestling frequentemente.


DJP - Estarias receptivo a um convite para integrares a redacção de um blog de wrestling?

VK - Seria complicado pois nem sempre tenho o tempo que quero para mim sendo difícil ter tempo para muito mais. Ando sempre ocupado.


DJP - O AWP Wrestling, blog para o qual é concedida esta entrevista, tem como principal objectivo neste seu terceiro ano de existência promover mais o wrestling nacional, queres aproveitar para deixar aqui algum conselho ou sugestão?

VK - Para aqueles que vêem wrestling e lêem artigos sobre wrestling só tenho uma sugestão, experimentem e vão ver que tem muito mais do que se lhe diga, é algo que a mim me marcou em vários aspectos e é algo espectacular de presenciar também de dentro para fora.


DJP - O que estás a achar desta série de entrevistas a wrestlers das federações nacionais promovida pelo AWP?

VK - Ajuda bastante a relembrar e saber de factos e experiências vividas no passado, afinal, recordar é viver. Achei uma ideia fenomenal.


DJP - E ficamos por aqui, foi um prazer poder-te entrevistar, muito obrigado pela paciência e desejo-te as maiores felicidades.

VK - Obrigado eu por esta oportunidade de poder participar em algo que tenha a ver com o wrestling nacional e a poder partilhar algumas das minhas opiniões sobre o tema. Espero que a AWP continue a fazer o excelente trabalho que até agora tem vindo a fazer.
Um abraço enorme para todos os lutadores e fãs do wrestling nacional e também á redacção do AWP.
O prazer foi todo meu por se terem lembrado de mim.





Outras entrevistas minhas a figuras de wrestling nacionais e internacionais:


- "ADKid" David Francisco
- Alexandre Bettencourt
- Danny Hell
- Dianna Dark
- El Gordito
- Gabriel DeRose
- Joe E. Legend
- Jorge Botas
- Luís Salvador
- Prophet
- Ravel
- Ricardo "Slammer" Costa
- Ricky
- Seth Bollinger
- Tony de Portugal



PS: Comentem
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